Quando a Inteligência Artificial invadiu o mercado em 2025, os redatores sofreram um impacto imediato, com muitos serviços sendo cancelados.
Da noite para o dia, textos humanizados deram lugar a conteúdos rasos, repletos de palavras repetitivas e emojis desconectados com a identidade visual.
Mas este texto não é um lamento pela revolução das máquinas, é um diagnóstico sobre como o valor intelectual do redator era subestimado por muitas agências.
O diagnóstico da substituição
A troca do redator pelo ChatGPT revelou falhas estruturais na percepção de muitas empresas sobre a importância real de legendas, blogs e webwriting.
Algumas percepções:
1. Muitas empresas de marketing eram apenas agências de social media, focadas em artes bonitas e sem objetivo de engajamento ou conversão — afinal, ninguém lê.
2. Para muitos gestores, o papel do redator era apenas escrever sem erros de português, ignorando completamente a psicologia de vendas por trás de cada frase.
3. Houve uma clara negligência quanto aos métodos de copywriting, provando que as empresas não percebiam as técnicas de persuasão aplicadas em seus próprios textos e campanhas.
4. A substituição mostrou que muitas agências priorizavam a quantidade de postagens diárias em vez da qualidade técnica e da conversão real dos seus leads qualificados.
5. Revelou-se a falta de preocupação com a geração de autoridade orgânica, pois a prática comum era forçar os clientes a investirem fortunas em anúncios para obterem algum resultado.
Se existe um profissional capaz de dialogar com a IA para gerar conteúdos impactantes, esse alguém seria o redator publicitário experiente e tecnicamente preparado.
Ele sempre foi o especialista em expressar ideias com precisão, detalhando argumentos e aprofundando conceitos que uma máquina, sem o direcionamento humano correto, jamais alcançaria sozinha.
Mas muitas empresas falharam nisso.
O resultado do texto raso
Terra à vista! O cenário que parecia apocalíptico está se tornando um paraíso, pois o público saturou de conteúdos artificiais e algoritmos barram o piloto IAutomático.
Quem diria, não é mesmo?
Acharam mesmo que as plataformas deixariam as empresas inundarem o feed com lixo digital, baixando o engajamento e fazendo a rede perder seus usuários mais valiosos?
Ora! Ora! Parece que agora o serviço do redator ficou mais caro. Tem até menu de serviços: vai um textinho de 1000 caracteres na chapa ou um textão de 2500 palavras com SEO?
Já pensou em usar GEO para aparecer no seu querido ChatGPT ou aplicar ancoragem interna para aumentar a retenção? Não é revanchismo, é pura educação.
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